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Nuno Piteira Lopes, que referiu no seu discurso ser o ”Estoril Open” mais do que um torneio de ténis, pois é uma experiência única para todos aqueles que nele participam, e que este ano volta a estar de novo no seu devido lugar, já que volta como um torneio ATP 250, precisamente no ano em que Cascais é a Capital Europeia da Democracia, evento que está alinhado com os nossos valores, pode não ser o maior torneio de ténis, mas é, sem dúvida, o melhor que existe em Portugal, para uma plateia onde pontuavam João Rodrigues dos Santos, vereador do Desporto, e Francisco Kreye, presidente da União de Freguesias de Cascais e Estoril.
Casper Ruud (Noruega), 12.º do ranking, Andrey Rublev (Rússia), 13.º, Luciano Darderi (Itália), 16.º, Alejandro Davidovich Fokina (Espanha), 25.º, Alejandro Tabilo (Chile), 33.º, Matteo Arnaldi (Itália), 35.º, Alexander Blockx (Bélgica), 37.º, Hubert Hurkacz (Polónia), 47.º, Botic van de Zandschulp (Países Baixos), 52.º, Camilo Ugo Carabelli (Argentina), 57.º, Fabia Marozsan (Hungria), 62.º, Hamad Mdjedovic (Sérvia), 64.º, Roman Andres Burruchaga (Argentina), 66.º, Pablo Carreño Busta (Espanha), 71.º, Jesper de Jong (Holanda), 74.º, Dino Prizmic (Croácia), 81.º e Luca Van Assche (França), 82.º, os restantes tenistas que estão confirmados no ”Millennium Estoril Open 2026”.

(aa)
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